
Segurança
Sim. O Vivapark Porto Belo é um bairro aberto, sem muros nem portaria, e é seguro por causa disso, não apesar disso: em vez de cerca, a Vokkan colocou tecnologia — reconhecimento facial e de placas nas entradas, cercas virtuais e câmeras térmicas no perímetro, bollards que fecham a rua em segundos e uma central com equipe 24 horas, integrada com as polícias. Esta página explica cada camada, com foto, e diz de onde vem cada informação.
Câmeras de alta performance leem a placa e fazem reconhecimento facial de quem entra. O sistema é o mesmo tipo usado em aeroportos, comparação feita pelo ND Mais em 2024. Placa de carro roubado ou pessoa procurada geram alerta na central.
Câmeras térmicas e sensores de barreira no lugar do muro. Quem cruza a linha virtual é detectado dia e noite, inclusive nas áreas de mata que cercam o bairro.
Pilares retráteis nas entradas. A central levanta os bollards e bloqueia a rua quando um veículo suspeito é identificado, em segundos, sem precisar de cancela.
Espalhados pelo bairro, com botão que liga direto na central de segurança do parque. É o ponto de socorro de quem está a pé.
Monitoramento contínuo das imagens, com análise por inteligência artificial (comportamento suspeito, placa, rosto) e uma equipe dedicada dentro do bairro, o dia inteiro.
A central do bairro é integrada com a Polícia Militar, a Guarda Municipal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal, segundo o ND Mais. Serve para identificar veículo roubado e localizar pessoa desaparecida.




O Vivapark foi desenhado por Jaime Lerner como bairro-parque: ruas públicas, parque aberto, comércio de rua. Muro mataria isso. A Vokkan escreveu no case do Prêmio Master 2025 que a segurança foi "concebida para atuar de forma integrada e não ostensiva": o morador não vê guarita, vê rua, e o sistema trabalha atrás das câmeras. O ND Mais chamou o Vivapark, em janeiro de 2024, de "bairro mais seguro de SC" pela tecnologia empregada. É a manchete deles, não a nossa; o que a gente garante é o que está nas fotos desta página.
A Vokkan informou ao ND Mais um investimento de R$ 2 milhões na implantação do sistema, fornecido pela Intelbras. A manutenção é dividida entre os proprietários pela Conviva, a associação do bairro.
Santa Catarina aparece, ano após ano, entre os estados com menor taxa de homicídios do país no Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Porto Belo é uma cidade de 27.688 habitantes no Censo de 2022 (estimativa de 31.557 em 2025, IBGE), com perfil de veraneio e famílias; a página sobre a cidade tem os números. Segundo o case da Vokkan, o sistema do Vivapark já beneficia a vizinhança em volta, porque as câmeras das entradas cobrem a avenida e o entorno.
Quem compara o Vivapark com um condomínio fechado de Balneário Camboriú ou Itapema costuma perguntar primeiro sobre muro. A resposta certa é: aqui a segurança é do bairro inteiro, não do prédio. Cada empreendimento ainda tem a própria portaria e o próprio controle, mas a rua já chega vigiada. Para quem compra terreno e constrói casa, isso pesa mais: é a rua da casa que está coberta, não só o portão. Hoje há 24 terrenos e 42 casas à venda no bairro.


Sim, e por um motivo que dá para verificar a pé: é um bairro aberto, sem muros, que a Vokkan protege com tecnologia integrada — reconhecimento facial e de placas nas entradas, cercas virtuais, câmeras térmicas e sensores de barreira no perímetro, bollards automatizados que bloqueiam a via, totens com câmera ligados à central e uma equipe dedicada 24 horas. O sistema é integrado com a Polícia Militar, a Guarda Municipal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal, segundo o ND Mais.
Não. O Vivapark é um bairro aberto, com ruas públicas. O que existe são entradas monitoradas, com leitura de placa e reconhecimento facial, bollards retráteis que a central aciona quando precisa e cercas virtuais (câmeras e sensores) em vez de muro.
A central de segurança do próprio bairro, com equipe 24 horas, operando o sistema fornecido pela Intelbras, segundo o ND Mais. A associação de moradores, a Conviva, divide o custo de manutenção entre os proprietários.
Santa Catarina aparece entre os estados com os menores índices de homicídio do Brasil nos levantamentos do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Esta página não usa número de crime do bairro porque não há fonte pública para isso; usa o que a Vokkan e a imprensa descrevem do sistema.
A Vokkan diz que o sistema foi concebido para ter baixo custo de operação e manutenção, dividido entre os proprietários pela Conviva. O valor exato depende da quantidade de lotes e unidades entregues; pergunte à Pricila o número atual.
Segundo o case da Vokkan para o Prêmio Master 2025, o monitoramento inteligente e o reconhecimento facial já beneficiam a vizinhança em volta do Vivapark, e o sistema é integrado com as polícias.
Fontes: ND Mais, 05/01/2024 (sistema Intelbras, R$ 2 milhões, integração com as polícias, Conviva); case oficial da Vokkan para o Prêmio Master Imobiliário 2025 (julho de 2025: cercas virtuais, sensores de barreira, bollards, totens, equipe 24 h, benefício à vizinhança), de onde vêm as fotos; IBGE (Censo 2022 e estimativa 2025); Anuário Brasileiro de Segurança Pública (posição de SC). Esta página não cita número de ocorrências do bairro porque não há fonte pública para isso.
Pricila Santos, CRECI 43328-F SC. A resposta vem com número, não com formulário.